
Nutri a vida em ilusões com que sonhava,
Pensando ser o amor eternidade
E que o mesmo fazia em si milagres
Mesmo se quente e corrosiva brasa.
Mordeu-me o peito, devorou minha alma,
Roeu-me o juízo e, não muito tarde,
Soprou-me nos ouvidos a verdade:
- Ora! O que renasce é que não se acaba!
Aprendi finalmente a amar com a mente
Sem a cobiça de amar eternamente.
Minhas novas ilusões não me enganam:
Só as coisas vêem o risco iminente
De querermos o amor onde há só gente.
E milagre é saber se os homens amam.
Robervânio Luciano - membro da Academia Belojardinense de Letras .
Pensando ser o amor eternidade
E que o mesmo fazia em si milagres
Mesmo se quente e corrosiva brasa.
Mordeu-me o peito, devorou minha alma,
Roeu-me o juízo e, não muito tarde,
Soprou-me nos ouvidos a verdade:
- Ora! O que renasce é que não se acaba!
Aprendi finalmente a amar com a mente
Sem a cobiça de amar eternamente.
Minhas novas ilusões não me enganam:
Só as coisas vêem o risco iminente
De querermos o amor onde há só gente.
E milagre é saber se os homens amam.
Robervânio Luciano - membro da Academia Belojardinense de Letras .
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