
Vamos à luta, meu amigo,
Que a ociosidade é a ferrugem.
Vamos ver o que há para fazer
O mais breve possível, o quanto antes.
O combate é agora, suportemos;
A vitória é nossa, esperemos.
Não sejamos receosos de viver,
Que a vida é a chama do amor.
Não tenhamos indolência no agir,
Que a ação é o sal que dá sabor.
Levantemos, comecemos sem demora,
Que cada minuto que passa,
Temos nós menos tempo pra lutar.
Que os passos que damos diariamente
Se movam para a (re)construção.
Que as mãos abertas do mais forte
Não apanhe pedras para arremessar.
Que a casa do artista do viver
Seja o vale, seja a serra, seja o mar.
Raimundo de Oliveira- membro da Academia Belojardinense de Letras
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