sábado, 23 de julho de 2011

XVIII Concurso Nacional de Poesias 2011 - Prêmio Rosália Sandoval


O Folheto Notas Literárias premiará os vencedores do XVIII Concurso Nacional de Poesias - 2011. Prêmio: Rosália Sandoval. Na seguinte ordem de classificação :

1° Lugar: R$:500,00 (quinhentos reais ), diploma, troféu Rosália Sandoval, um livro de um poeta alagoano e um cd de um compositor alagoano.

2° Lugar: Diploma, troféu Rosália Sandoval, um livro de um poeta alagoano e um cd de um compósito alagoano.

3° Lugar: Diploma e um troféu Rosália Sandoval.

Serão atribuídos, a critério da Comissão Julgadora, até seis medalhas Rosália Sandoval - Menções Honrosas.

Tema:
Os temas abordados serão de livre escolha dos poetas.

Inscrição:
A inscrição será efetuada com o recebimento de até 03 (três ) poesias, na aceitação, pelo concorrente, das disposições regulamentares. Inscrição: 01 de janeiro de 2011 até 30 de setembro de 2011.

MAIS INFORMAÇÕES:
Ari Lins Pedrosa
Telefone: (82) 8859-4216
E-mails: ari.pedrosa@ceal.com.br ou ari.lins@bol.com.br

terça-feira, 5 de julho de 2011

SUBSTANTIVO

É a palavra variável que denomina qualidades, sentimentos, sensações, ações, estados e seres em geral.
Quanto a sua formação, o substantivo pode ser primitivo (jornal) ou derivado (jornalista), simples (alface) ou composto (guarda-chuva).

Já quanto a sua classificação, ele pode ser comum (cidade) ou próprio (Curitiba), concreto (mesa) ou abstrato (felicidade).
Os substantivos concretos designam seres de existência real ou que a imaginação apresenta como tal: alma, fada, santo. Já os substantivos abstratos designam qualidade, sentimento, ação e estado dos seres: beleza, cegueira, dor, fuga.
Os substantivos próprios são sempre concretos e devem ser grafados com iniciais maiúsculas.

Certos substantivos próprios podem tornar-se comuns, pelo processo de derivação imprópria (um judas = traidor / um panamá = chapéu).
Os substantivos abstratos têm existência independente e podem ser reais ou não, materiais ou não. Quando esses substantivos abstratos são de qualidade tornam-se concretos no plural (riqueza X riquezas).

Muitos substantivos podem ser variavelmente abstratos ou concretos, conforme o sentido em que se empregam (a redação das leis requer clareza / na redação do aluno, assinalei vários erros).
Já no tocante ao gênero (masculino X feminino) os substantivos podem ser:
•biformes: quando apresentam uma forma para o masculino e outra para o feminino. (rato, rata ou conde X condessa).
•uniformes: quando apresentam uma única forma para ambos os gêneros. Nesse caso, eles estão divididos em:
•epicenos: usados para animais de ambos os sexos (macho e fêmea) - albatroz, badejo, besouro, codorniz;
•comum de dois gêneros: aqueles que designam pessoas, fazendo a distinção dos sexos por palavras determinantes - aborígine, camarada, herege, manequim, mártir, médium, silvícola;
•sobrecomuns - apresentam um só gênero gramatical para designar pessoas de ambos os sexos - algoz, apóstolo, cônjuge, guia, testemunha, verdugo;

Alguns substantivos, quando mudam de gênero, mudam de sentido. (o cisma X a cisma / o corneta X a corneta / o crisma X a crisma / o cura X a cura / o guia X a guia / o lente X a lente / o língua X a língua / o moral X a moral / o maria-fumaça X a maria-fumaça / o voga X a voga).
Os nomes terminados em -ão fazem feminino em -ã, -oa ou -ona (alemã, leoa, valentona).
Os nomes terminados em -e mudam-no para -a, entretanto a maioria é invariável (monge X monja, infante X infanta, mas o/a dirigente, o/a estudante).
Quanto ao número (singular X plural), os substantivos simples formam o plural em função do final da palavra.
•vogal ou ditongo (exceto -ÃO): acréscimo de -S (porta X portas, troféu X troféus);
•ditongo -ÃO: -ÕES / -ÃES / -ÃOS, variando em cada palavra (pagãos, cidadãos, cortesãos, escrivães, sacristães, capitães, capelães, tabeliães, deães, faisães, guardiães).

Os substantivos paroxítonos terminados em -ão fazem plural em -ãos (bênçãos, órfãos, gólfãos). Alguns gramáticos registram artesão (artífice) - artesãos e artesão (adorno arquitetônico) - artesões.
•-EM, -IM, -OM, -UM: acréscimo de -NS (jardim X jardins);
•-R ou -Z: -ES (mar X mares, raiz X raízes);
•-S: substantivos oxítonos acréscimo de -ES (país X países). Os não-oxítonos terminados em -S são invariáveis, marcando o número pelo artigo (os atlas, os lápis, os ônibus), cais, cós e xis são invariáveis;
•-N: -S ou -ES, sendo a última menos comum (hífen X hifens ou hífenes), cânon > cânones;
•-X: invariável, usando o artigo para o plural (tórax X os tórax);
•-AL, EL, OL, UL: troca-se -L por -IS (animal X animais, barril X barris). Exceto mal por males, cônsul por cônsules, real (moeda) por réis, mel por méis ou meles;
•IL: se oxítono, trocar -L por -S. Se não oxítonos, trocar -IL por -EIS. (til X tis, míssil X mísseis). Observação: réptil / reptil por répteis / reptis, projétil / projetil por projéteis / projetis;
•sufixo diminutivo -ZINHO(A) / -ZITO(A): colocar a palavra primitiva no plural, retirar o -S e acrescentar o sufixo diminutivo (caezitos, coroneizinhos, mulherezinhas). Observação: palavras com esses sufixos não recebem acento gráfico.
•metafonia: -o tônico fechado no singular muda para o timbre aberto no plural, também variando em função da palavra. (ovo X ovos, mas bolo X bolos). Observação: avôs (avô paterno + avô materno), avós (avó + avó ou avô + avó).

Os substantivos podem apresentar diferentes graus, porém grau não é uma flexão nominal. São três graus: normal, aumentativo e diminutivo e podem ser formados através de dois processos:
•analítico: associando os adjetivos (grande ou pequeno, ou similar) ao substantivo;
•sintético: anexando-se ao substantivo sufixos indicadores de grau (meninão X menininho).
Certos substantivos, apesar da forma, não expressam a noção aumentativa ou diminutiva. (cartão, cartilha).
•alguns sufixos aumentativo: -ázio, -orra, -ola, -az, -ão, -eirão, -alhão, -arão, -arrão, -zarrão;
•alguns sufixos diminutivo: -ito, -ulo-, -culo, -ote, -ola, -im, -elho, -inho, -zinho (o sufixo -zinho é obrigatório quando o substantivo terminar em vogal tônica ou ditongo: cafezinho, paizinho);

O aumentativo pode exprimir desprezo (sabichão, ministraço, poetastro) ou intimidade (amigão); enquanto o diminutivo pode indicar carinho (filhinho) ou ter valor pejorativo (livreco, casebre).
Algumas curiosidades sobre os substantivos:
Palavras masculinas:
•ágape (refeição dos primitivos cristãos);
•anátema (excomungação);
•axioma (premissa verdadeira);
•caudal (cachoeira);
•carcinoma (tumor maligno);
•champanha, clã, clarinete, contralto, coma, diabete/diabetes (FeM classificam como gênero vacilante);
•diadema, estratagema, fibroma (tumor benigno);
•herpes, hosana (hino);
•jângal (floresta da Índia);
•lhama, praça (soldado raso);
•praça (soldado raso);
•proclama, sabiá, soprano (FeM classificam como gênero vacilante);
•suéter, tapa (FeM classificam como gênero vacilante);
•teiró (parte de arma de fogo ou arado);
•telefonema, trema, vau (trecho raso do rio).

Palavras femininas:
•abusão (engano);
•alcíone (ave doa antigos);
•aluvião, araquã (ave);
•áspide (reptil peçonhento);
•baitaca (ave);
•cataplasma, cal, clâmide (manto grego);
•cólera (doença);
•derme, dinamite, entorce, fácies (aspecto);
•filoxera (inseto e doença);
•gênese, guriatã (ave);
•hélice (FeM classificam como gênero vacilante);
•jaçanã (ave);
•juriti (tipo de aves);
•libido, mascote, omoplata, rês, suçuarana (felino);
•sucuri, tíbia, trama, ubá (canoa);
•usucapião (FeM classificam como gênero vacilante);
•xerox (cópia).

Gênero vacilante:
•acauã (falcão);
•inambu (ave);
•laringe, personagem (Ceg. fala que é usada indistintamente nos dois gêneros, mas que há preferência de autores pelo masculino);
•víspora.

Alguns femininos:
•abade - abadessa;
•abegão (feitor) - abegoa;
•alcaide (antigo governador) - alcaidessa, alcaidina;
•aldeão - aldeã;
•anfitrião - anfitrioa, anfitriã;
•beirão (natural da Beira) - beiroa;
•besuntão (porcalhão) - besuntona;
•bonachão - bonachona;
•bretão - bretoa, bretã;
•cantador - cantadeira;
•cantor - cantora, cantadora, cantarina, cantatriz;
•castelão (dono do castelo) - castelã;
•catalão - catalã;
•cavaleiro - cavaleira, amazona;
•charlatão - charlatã;
•coimbrão - coimbrã;
•cônsul - consulesa;
•comarcão - comarcã;
•cônego - canonisa;
•czar - czarina;
•deus - deusa, déia;
•diácono (clérigo) - diaconisa;
•doge (antigo magistrado) - dogesa;
•druida - druidesa;
•elefante - elefanta e aliá (Ceilão);
•embaixador - embaixadora e embaixatriz;
•ermitão - ermitoa, ermitã;
•faisão - faisoa (Cegalla), faisã;
•hortelão (trata da horta) - horteloa;
•javali - javalina;
•ladrão - ladra, ladroa, ladrona;
•felá (camponês) - felaína;
•flâmine (antigo sacerdote) - flamínica;
•frade - freira;
•frei - sóror;
•gigante - giganta;
•grou - grua;
•lebrão - lebre;
•maestro - maestrina;
•maganão (malicioso) - magana;
•melro - mélroa;
•mocetão - mocetona;
•oficial - oficiala;
•padre - madre;
•papa - papisa;
•pardal - pardoca, pardaloca, pardaleja;
•parvo - párvoa;
•peão - peã, peona;
•perdigão - perdiz;
•prior - prioresa, priora;
•mu ou mulo - mula;
•rajá - rani;
•rapaz - rapariga;
•rascão (desleixado) - rascoa;
•sandeu - sandia;
•sintrão - sintrã;
•sultão - sultana;
•tabaréu - tabaroa;
•varão - matrona, mulher;
•veado - veada;
•vilão - viloa, vilã.

Substantivos em -ÃO e seus plurais:
•alão - alões, alãos, alães;
•aldeão - aldeãos, aldeões;
•capelão - capelães;
•castelão - castelãos, castelões;
•cidadão - cidadãos;
•cortesão - cortesãos;
•ermitão - ermitões, ermitãos, ermitães;
•escrivão - escrivães;
•folião - foliões;
•hortelão - hortelões, hortelãos;
•pagão - pagãos;
•sacristão - sacristães;
•tabelião - tabeliães;
•tecelão - tecelões;
•verão - verãos, verões;
•vilão - vilões, vilãos;
• vulcão - vulcões, vulcãos.

Alguns substantivos que sofrem metafonia no plural:
abrolho, caroço, corcovo, corvo, coro, despojo, destroço, escolho, esforço, estorvo, forno, forro, fosso, imposto, jogo, miolo, poço, porto, posto, reforço, rogo, socorro, tijolo, toco, torno, torto, troco.
Substantivos só usados no plural:
anais, antolhos, arredores, arras (bens, penhor), calendas (1º dia do mês romano), cãs (cabelos brancos), cócegas, condolências, damas (jogo), endoenças (solenidades religiosas), esponsais (contrato de casamento ou noivado), esposórios (presente de núpcias), exéquias (cerimônias fúnebres), fastos (anais), férias, fezes, manes (almas), matinas (breviário de orações matutinas), núpcias, óculos, olheiras, primícias (começos, prelúdios), pêsames, vísceras, víveres etc., além dos nomes de naipes.

Coletivos:
•alavão - ovelhas leiteiras;
•armento - gado grande (búfalos, elefantes);
•assembléia (parlamentares, membros de associações);
•atilho - espigas;
•baixela - utensílios de mesa;
•banca - de examinadores, advogados;
•bandeira - garimpeiros, exploradores de minérios;
•bando - aves, ciganos, crianças, salteadores;
•boana - peixes miúdos;
•cabido - cônegos (conselheiros de bispo);
•cambada - caranguejos, malvados, chaves;
•cancioneiro - poesias, canções;
•caterva - desordeiros, vadios;
•choldra, joldra - assassinos, malfeitores;
•chusma - populares, criados;
•conselho - vereadores, diretores, juízes militares;
•conciliábulo - feiticeiros, conspiradores;
•concílio - bispos;
•canzoada - cães;
•conclave - cardeais;
•congregação - professores, religiosos;
•consistório - cardeais;
•fato - cabras;
•feixe - capim, lenha;
•junta - bois, médicos, credores, examinadores;
•girândola - foguetes, fogos de artifício;
•grei - gado miúdo, políticos;
•hemeroteca - jornais, revistas;
•legião - anjos, soldados, demônios;
•malta - desordeiros;
•matula - desordeiros, vagabundos;
•miríade - estrelas, insetos;
•nuvem - gafanhotos, pó;
•panapaná - borboletas migratórias;
•penca - bananas, chaves;
•récua - cavalgaduras (bestas de carga);
•renque - árvores, pessoas ou coisas enfileiradas;
•réstia - alho, cebola;
•ror - grande quantidade de coisas;
•súcia - pessoas desonestas, patifes;
•talha -lenha;
•tertúlia - amigos, intelectuais;
•tropilha - cavalos;
•vara - porcos.
Substantivos compostos:

Os substantivos compostos formam o plural da seguinte maneira:
•sem hífen formam o plural como os simples (pontapé/pontapés);
•caso não haja caso específico, verifica-se a variabilidade das palavras que compõem o substantivo para pluralizá-los. São palavras variáveis: substantivo, adjetivo, numeral, pronomes, particípio. São palavras invariáveis: verbo, preposição, advérbio, prefixo;
•em elementos repetidos, muito parecidos ou onomatopaicos, só o segundo vai para o plural (tico-ticos, tique-taques, corre-corres, pingue-pongues);
•com elementos ligados por preposição, apenas o primeiro se flexiona (pés-de-moleque);
•são invariáveis os elementos grão, grã e bel (grão-duques, grã-cruzes, bel-prazeres);
•só variará o primeiro elemento nos compostos formados por dois substantivos, onde o segundo limita o primeiro elemento, indicando tipo, semelhança ou finalidade deste (sambas-enredo, bananas-maçã)
•nenhum dos elementos vai para o plural se formado por verbos de sentidos opostos e frases substantivas (os leva-e-traz, os bota-fora, os pisa-mansinho, os bota-abaixo, os louva-a-Deus, os ganha-pouco, os diz-que-me-diz);
•compostos cujo segundo elemento já está no plural não variam (os troca-tintas, os salta-pocinhas, os espirra-canivetes);
•palavra guarda, se fizer referência a pessoa varia por ser substantivo. Caso represente o verbo guardar, não pode variar (guardas-noturnos, guarda-chuvas).

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Livro conta a história de JENIPAPO

Toda a história da Vila de Jenipapo, está no livro “Barão de Vila Bela, Presidente da Província de Pernambuco”, lançado pelo escritor e membro da ACADEMIA BELOJARDINENSE DE LETRAS, escritor Sanharoense Leonides Caraciolo, que além deste livro, escreveu outras obras como: “Memória de um Engenheiro do DNER” – “Sanharó da Colméia à Cidade” e “Arcoverde do Cardeal”.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Casa-da-mãe-joana


Origem


Ensina Câmara Cascudo que a expressão se deve a Joana I de Nápoles, que viveu na Idade Média entre 1326 e 1382 e foi rainha de Nápoles e condessa de Provença. Teve uma vida atribulada e em 1346 passou a residir em Avignon, na França, segundo alguns autores por ter se envolvido em uma conspiração em Nápoles de que resultou a morte de seu marido André, segundo outros por ter sido exilada pela Igreja por causa de sua vida desregrada e permissiva.
Em 1347, aos 21 anos, Joana regulamentou os bordéis da cidade onde vivia refugiada. Uma das normas dizia: "O lugar terá uma porta por onde todos possam entrar." Transposta para Portugal, a expressão paço-da-mãe-joana virou sinônimo de prostíbulo.
Trazida para o Brasil, o termo paço, por não ser da linguagem popular, foi substituído por casa e Casa-da-mãe-Joana e serviu, por extensão, para indicar o lugar ou situação em que cada um faz o que quer, onde imperam a desordem, a desorganização.

domingo, 24 de abril de 2011

Pecado capitais da linguagem oral


1º exemplo: 'Haja visto o progresso da ciência...'
Explicação: a forma 'haja visto' não se aplica a este caso. O correto é 'haja vista', e não varia. 'Rubens Barrichello poderá ser campeão, haja vista o progresso que tem feito com o novo carro'.

2º exemplo: 'Para mim não errar...'
Explicação: 'mim' não pode ser sujeito, apenas complemento verbal ('Ele trouxe a roupa para mim'). Também pode completar o sentido de adjetivos: 'Fica difícil para mim...'

3º exemplo: 'Vou estar enviando o fax...'
Explicação: embora não seja gramaticalmente incorreto, o gerúndio é uma praga. É feio e desnecessário. Melhor dizer 'Vou enviar o fax'.

4º exemplo: 'Ir ao encontro de...', 'ir de encontro a...'
Explicação: muita gente acha que as duas expressões significam a mesma coisa. Errado. 'Ir ao encontro de...' é o mesmo que estar a favor. 'Ir de encontro a...' significa estar contra, discordar.

5º exemplo: 'Eu, enquanto diretor de marketing...'
Explicação: também é inadequado. Melhor dizer 'Eu, como diretor de marketing...'

6º exemplo: 'Fazem muitos anos...'
Explicação: quando o verbo 'fazer' se refere a tempo, ou indica fenômenos da natureza, não pode ser flexionado. Diz-se: 'Faz dois anos que trabalho na empresa', 'Faz seis meses que me casei'.

7º exemplo: 'A nível de Brasil...'
Explicação: 'a nível de' é uma expressão inútil. Pode ser suprimida ou substituída por outras. Exemplo. Em vez de 'A empresa está fazendo previsões a nível de mercado latino-americano', use 'A empresa está fazendo previsões para o mercado latino-americano'.

8º exemplo: 'Não tive qualquer intenção de errar'
Explicação: não se deve usar 'qualquer' no lugar de 'nenhum' em frases negativas. O certo é dizer 'Não tive nenhuma intenção de errar'.

9º exemplo: 'Há dez anos atrás...'
Explicação: redundâncias enfeiam o discurso. Melhor dizer 'Há dez anos' ou 'Dez anos atrás'.

10º exemplo: 'Éramos em oito na reunião'
Explicação: não se usa a preposição 'em' entre o verbo ser e o numeral. O correto é dizer 'Éramos oito'.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Exposição da Acadêmica Oswaldyene Almeida


A Galeria de Artes Mestre Galdino, do Sesc Caruaru recebe hoje (18/02), com uma vernissage, às 20h, a exposição com as obras da artista e Acadêmica Oswaldyene Almeida. A alegria de cores e formas é característica marcante dos quadros que possuem nítida inspiração em Matisse e trazem inovações como a utilização de adesivos. A Mostra estará em cartaz até 15 de abril, de segunda a sexta-feira. O horário é das 9h às 12h, das 14h às 17h e das 19h às 22h. A entrada é gratuita.

terça-feira, 12 de abril de 2011

Ciência em Versos de Cordel


A editora Rovelle apresenta a coleção Ciência em Versos de Cordel, do cordelista e presidente da ABLC, Gonçalo Ferreira da Silva. Autor de diversos títulos com a temática da ciência, Gonçalo Ferreira teve esse seu trabalho minuciosamente selecionado para dar origem a 12 livros infantis usando a literatura de cordel como suporte. Assina as ilustrações o artista plástico e acadêmico da ABLC, J. Victtor.
Os três primeiros livros, Corpos Celestes, Microbiologia e Naturalismo, foram lançados no Centro Cultural da Ação da Cidadania, no Rio de Janeiro.